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Qual a diferença entre fertilização in vitro e inseminação artificial?

Dr. Flávio Garcia de Oliveira

A confusão entre os termos é recorrente, mas fácil de ser esclarecida.


O termo “inseminação artificial” designa o procedimento de inseminação intrauterina de espermatozoides. Dr. Flávio Garcia de Oliveira, especialista em reprodução humana e diretor da Clínica FGO, explica: “Trata-se de um processo simples no qual se induz a ovulação da mulher. Para isso, o homem tem seu sêmen recolhido e preparado em laboratório, de modo a melhorar a motilidade (facilidade de movimento) seminal. Então, o espermatozoide é injetado dentro do útero da mulher no momento de seu pico ovulatório, determinado através de exames de ultrassom”.

Já a fertilização in vitro, ou FIV, é um procedimento mais complexo. Ela também envolve a estimulação da ovulação da mulher, no entanto, esse processo é realizado com hormônios injetáveis. A ideia é que se produzam vários óvulos, que são coletados e levados ao laboratório. Com o homem, ocorre a coleta e o preparo do sêmen em etapa semelhante a da inseminação artificial. Mas, nesse caso, é o laboratório quem coloca os espermatozoides dentro dos óvulos da mulher, ou seja, a fertilização é realizada fora do corpo. Uma vez que esses óvulos são fertilizados, cabe aos profissionais responsáveis a recolocação dos mesmos no útero da mulher.

Isto é feito após 3 dias da fertilização dos óvulos já que os pré-embriões estão em desenvolvimento, em uma ordem de duas células no primeiro dia, quatro células no segundo dia, oito células no terceiro dia e assim por diante, em progressão geométrica de divisão celular”. “Doze dias depois da recolocação dos pré-embriões no útero, fazemos o teste de gravidez”, finaliza Dr. Flávio.

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