Fertilização – Avanços do Setor

Mais de 30 anos após o nascimento de Louise Brown – primeiro bebê de proveta do mundo – ainda acompanhamos os avanços das técnicas de reprodução assistida, que permitem que cada vez mais casais possam ter filhos.

No início, a FIV – ou Fertilização In Vitro – era feita a partir de óvulos colhidos sem muita informação a respeito de sua qualidade e amadurecimento. Hoje, as modernas técnicas de medicina garantem um acompanhamento rigoroso da evolução dos óvulos para que eles sejam retirados no momento certo. A coleta, que antes era feita por meio de laparoscopia, com necessidade de internação e anestesia geral, deu lugar à aspiração dos óvulos por via transvaginal, através de uma guia acoplada a um ultrassom, com a paciente sedada, método muito mais cômodo e minimamente invasivo. Hoje também já não são implantados vários embriões, pois já é possível identificar os melhores e que têm mais chances de se desenvolverem.

Talvez a evolução atual mais marcante esteja relacionada à preservação dos óvulos. Na medida que a mulher envelhece, o mesmo acontece com seus óvulos, o que as chances de engravidar. Porém, hoje é possível congelar os óvulos e mantê-los saudáveis, através de uma técnica conhecida por criopreservação dos óvulos, que consiste em manter os gametas congelados a temperaturas extremamente baixas por vários anos.

Para o futuro, as pesquisas e a constante modernização das técnicas garantem procedimentos cada vez mais seguros e menos invasivos. A FIV também tende a se tornar um procedimento mais acessível, ampliando o acesso a um número cada vez maior de casais.

Compartilhar no facebook
Facebook
Compartilhar no twitter
Twitter
Compartilhar no linkedin
LinkedIn
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no email
Email

Você pode se interessar:

gravidez e pandemia

Gravidez e infecção por Covid-19

É fundamental conhecermos os riscos e as consequências da infecção pelo Covid-19 sobre o desfecho da gestação, envolvendo inclusive os riscos de internação e mortalidade.