Diagnóstico Genético Pré-Implantacional – PGD

Mulheres acima de 40 anos podem receber no máximo 4 embriões a cada procedimento de Fertilização in Vitro, de acordo com a Resolução Nº 1.957 do Conselho Federal de Medicina (CFM). Além disso, a partir dos 40 anos, as chances de uma mulher gerar um filho com problemas genéticos são de 1 em 40, enquanto nas mulheres de até 35 anos as chances são de 1 em 200.

Para aumentar as chances de que a futura mamãe venha a ter um bebê saudável, sem que tenha algumas doenças como Síndrome de Down, Distrofia Muscular, Hemofilia, entre outras, é possível contar com o Diagnóstico Genético Pré-Implantacional.

Também conhecido como PGD, o exame consiste na retirada e análise de uma ou duas células do embrião para verificar as características que podem identificar se o feto irá desenvolver algum tipo de anomalia genética. Após análise, os embriões “doentes” são descartados e apenas os “sadios” são transferidos.

É importante ressaltar que a retirada destas células não danifica o embrião que, após ser examinado e se não for identificada nenhuma anormalidade, pode ser transferido para o útero da futura mamãe para que seja dado andamento à fertilização.

Embora este exame possa falhar em cerca de 10% dos casos ou possa indicar o descarte de embriões que apresentam algum tipo de anormalidade durante a análise, mas que poderiam ser “autocorrigidos” durante a divisão celular, o PGD é muito importante para ajudar a detectar alguns tipos de doenças genéticas hereditárias, melhorando as taxas de gravidez a termo em mulheres com mais de 40 anos.

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