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Assoalho pélvico na gestação, parto e puerpério

Os adeptos do Taoísmo, na China antiga, preconizavam os exercícios do assoalho pélvico para alcançar longevidade, promover saúde e incrementar a espiritualidade.

Arnold Kegel, médico ginecologista, por volta de 1948, prescrevia o fortalecimento desses músculos para o tratamento da incontinência urinária.
Apesar de serem escassas as investigações sistematizadas sobre o tema, há indícios de que o treinamento da musculatura do assoalho pélvico possa prevenir a incontinência urinária, tanto feminina, quanto masculina.
Além disso, os exercícios são usados no tratamento do prolapso vaginal e na prevenção do prolapso uterino.

Os exercícios de Kegel, como são chamados, têm sido uma ferramenta importantíssima na Fisioterapia aplicada à Saúde da Mulher.
Na gestação, devido a fatores como as mudanças hormonais, o aumento do peso e a distensão abdominal, ocorre redução na performance dessa musculatura, assim como no restante do corpo. Espera-se que um assoalho pélvico forte e elástico evite traumas perineais, diminua o tempo de expulsão no parto normal e previna a incontinência urinária nas fases gestacional e puerperal.

Assim sendo, tanto gestantes, quanto puérperas não se arrependerão por terem incluído esses exercícios em sua rotina diária de atividade física.

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