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Amamentação e saúde: uma doação de amor

Amamentação e saúde estão interligadas.

Quando o assunto é amamentação, a primeira coisa que vem à cabeça é a questão da saúde da mãe e do bebê, mas este não é o único benefício que o ato de amamentar proporciona.

O vínculo afetivo que se cria entre mãe e filho durante a amamentação é um dos maiores prazeres que a gravidez pode oferecer. O bebê é amparado pelos braços da mãe e recebe seu carinho, aconchego e conforto, facilitando a adaptação do tranqüilo universo uterino para o mundo real. A mãe fica muito orgulhosa pelo fato de seus seios serem a fonte do alimento mais importante para a saúde de seu bebê.

A Organização Mundial da Saúde recomenda alimentar o bebê até os seis meses exclusivamente com o leite materno. Após este período, recomenda-se inserir outros alimentos e manter algumas mamadas até pelo menos os dois anos de idade, mas amamentar por um longo período é inviável para a maioria das mulheres.

Amamentar pode ser muito prático, desde que a mãe aprenda as técnicas e, sem ansiedade, coloque-as em prática. O primeiro passo é encontrar um lugar tranqüilo e confortável. Procure sentar-se de maneira que descanse a coluna, com o corpo relaxado e mantenha água por perto para que você possa hidratar-se enquanto amamenta. Traga o bebê junto a seu peito e o apóie sobre travesseiros, por exemplo. O bebê deve abocanhar quase toda a aréola, o lábio inferior deverá ficar virado para fora, por baixo do mamilo. No começo, até conhecer o ritmo de seu filho, você pode seguir o padrão de mamadas com intervalos entre 1 e 4 horas, trocando de seio a cada 15 ou 20 minutos. Ao término da mamada, antes de remover seu bebê do seio, abra suavemente a boquinha dele para evitar o efeito de vácuo, que pode provocar rachaduras do mamilo.

Logo depois da mamada, com a barriguinha cheia e a fralda limpa, é bem provável que ele adormeça, um sinal de que está satisfeito. Agora, com a sensação de dever cumprido, você pode aproveitar e descansar também, pelo menos até a próxima mamada!

Não posso amamentar! O que fazer?

A maioria das mulheres é capaz de produzir leite, mas alguns fatores como alimentação inadequada, alto nível de estresse, limitações na produção do leite, fadiga e ansiedade podem prejudicar o aleitamento.

Existem ainda outros motivos para que a mãe não tenha leite suficiente, entre eles: quando o bebê é alimentado com outro leite, quando o tempo da mamada não é suficiente ou quando o bebê confunde o seio com a chupeta e não suga o leite. A produção normalmente está relacionada com as necessidades do bebê, portanto quanto mais o bebê mama, maior é a quantidade de leite que a mãe produz.

Independente do motivo que impeça a mãe de amamentar é necessário encontrar soluções para alimentar o bebê. Existem no mercado diversos tipos de leite que podem ser utilizados, e para escolher o mais adequado devem-se seguir as recomendações do médico. Os bancos de leite são mais uma opção para substituir o aleitamento.

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