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ACGH – Hibridização Genômica Comparativa

Fertilização In Vitro (FIV) vem sendo mais estudada a cada dia e, com isso, enormes avanços vão sendo apresentados. Um dos mais recentes na área está relacionado à escolha do embrião que será utilizado para a implantação.

Conhecida como CGH, a Hibridização Genômica Comparativa é a evolução do PGD (Diagnóstico Genético Pré-implantacional). Com a ajuda de um software, o CGH avalia os 23 pares de cromossomos das células que revestem o embrião – futura placenta – e identifica possíveis perdas ou ganhos de material genético. Com taxa de erro menor que 10%, a técnica tem sido capaz de revelar alterações cromossômicas não identificadas pelo exame PGD, capaz de avaliar apenas 12 pares de cromossomos.

Entre as maiores vantagens da CGH, está a ausência da necessidade de retirar uma célula do embrião, que leva tempo e pode danificá-lo (sem contar que uma célula individual pode não representar o embrião como um todo). Dr. Flávio Garcia de Oliveira, explica que “as células utilizadas para a realização da CGH se originam do revestimento externo embrionário – trofoblasto. A técnica envolve apenas uma ‘pequena raspagem’ da superfície embrionária realizada no quinto ou no sexto dia de desenvolvimento do embrião, o que fornece várias células em uma quantidade maior de DNA para ser analisado.”.

Devido às altas taxas de sucesso, desde que a análise seja considerada normal, outra vantagem do CGH é a implantação de apenas um embrião, reduzindo as chances de gestações múltiplas.

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