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Bebê a Bordo

Uma obra alegre e esclarecedora que acompanha as 40 semanas da gravidez, mostrando as transformações no corpo da mulher e o desenvolvimento do bebê (ou dos bebês, no caso de múltiplos).

livro bebê a bordo

Apresentação

A gravidez é um acontecimento biológico e psicossocial complexo que pode ser iniciado tanto pelas vias naturais quanto pelas vias artificiais, particularmente, após o nascimento do primeiro “bebe de proveta” do mundo, Louise Brown, em 1978.
Como evento biológico, a gravidez é responsável por profundas modificações no corpo da mulher. O aumento do ventre e das mamas e as alterações da postura e do jeito de andar conferem à grávida uma forma e atitude peculiares.
Como evento psicossocial, determina alterações psicológicas e emocionais tanto na gestante quanto no parceiro, nos familiares e nas pessoas que estão envolvidas, direta ou indiretamente, com ela. Portanto, esse caráter social envolve a interação mãe – feto – pai – família – sociedade – meio ambiente; e desses relacionamentos surgem a maternidade e a paternidade, com os momentos de conflito entre a educação e os cuidados que ambos aprenderam em suas famílias de origem e levaram na sua bagagem psíquica para a formação de uma nova família. Desse modo, quando uma mulher se torna grávida, todo o meio que a cerca, torna-se, de um certo modo, também grávido.
Se entendermos que todas as histórias contadas a respeito da gestação fazem parte do nosso inconsciente e saltitam de boca em boca, da avó para a mãe, da mãe para a filha, enfim, de indivíduo para indivíduo, perceberemos a constituição do inconsciente coletivo da gravidez, que permanece adormecido na sociedade, mas que acorda e vem à tona todas as vezes que nos deparamos com uma grávida.
Comentários do tipo ” Você está grávida? Cadê a barriguinha?” ou ” Nossa! Que barrigão! São dois? ” ou “Cuidado, heim! Minha prima quase perdeu o bebê justamente na fase em que você está!” nada mais significam que as imagens e as lembranças das histórias anteriores de cada um saltam à boca de uma forma quase automática, diante de uma grávida. Na verdade, esses comentários, às vezes oportunos, outras vezes inadequados, sintetizam a necessidade que cada um tem de querer zelar por aquela gestação. São as “orientações” do inconsciente coletivo, ou seja, das pessoas da comunidade que se tornam grávidas quando vislumbram uma gestante.

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