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Diagnóstico Genético pré-implantacional

O diagnóstico genético de gametas e embriões antes da implantação no útero só foi possível após os recentes avanços de micromanipulação no campo da fertilização” in vitro” (FIV). Do ponto de vista histórico, o PGD pode ser visto como uma extensão do diagnóstico genético pré-natal. A aplicação do PGD gerou considerável controvérsia da mesma forma que a fertilização in vitro (FIV) quando foi introduzida no mundo. Apesar disso, após o relato da primeira gestação com uso do PGD, o número de casos de diagnóstico genético pré-implantação tem aumentado constantemente. Desde 1997 milhares de bebês saudáveis vieram ao mundo graças a essa nova tecnologia.

O PGD é um procedimento que exige um bom entendimento de embriologia e biologia molecular. Durante a fertilização in vitro (FIV), os oócitos (óvulos) e os pré-embriões em estágios precoces de clivagem são facilmente acessíveis permitindo, portanto, uma ou mais biópsias dessas células. No entanto, a quantidade de material genético, suficientemente segura para a realização dos testes, permanece ainda limitada para a confirmação de diagnósticos. Os protocolos atuais de transferência de pré-embriões exigem uma sincronização do estágio embrionário com a receptividade uterina. Há apenas uma pequena “janela de oportunidade” para se completar a tarefa de diagnóstico genético pré-implantação (o tempo da “janela de implantação”). Apesar dessas barreiras, o PGD vem se tornando, rapidamente, parte integrante de muitos programas de FIV.

Até o agora, as três maiores aplicações do PGD são:

1. O sexo de um pré-embrião pode ser confiavelmente determinado através da FISH (Fluorescent “in situ” Hibridization) usando “probes” (pedaços de DNA marcados) específicos para os cromossomas X ou Y, ou por análises de sequências cromossômicas usando a técnica de PCR (Polymerase Chain Reaction), técnica em que se realiza a expansão da quantidade de DNA contida em uma célula. Dessa forma, doenças ligadas ao sexo podem ser determinadas e evitadas.

2. A enumeração da composição cromossômica pode ser conseguida através da FISH, permitindo, assim, a determinação da ploidia (número de cromossomos) exata do pré-embrião concomitante com o diagnóstico de certas aneuploidias (alterações da quantidade e constituição dos cromossomos) mais comuns. Em mulheres com idade materna avançada, isso reduz o risco de dar à luz, por exemplo, a uma criança com trissomias, tais como a Trissomia do cromossomo 21 (Síndrome de Down). A FISH e também a PCR podem ser usadas também para detectar anomalias cromossômicas estruturais em casos de translocações balanceadas.

3. Defeitos Genéticos envolvendo um único gene (tais como Fibrose Cística, Anemia Falciforme, Doença de Tay-Sachs) e outras doenças comuns com alterações genéticas podem ser detectadas pela técnica de PCR.

Métodos mais comuns de diagnóstico

A análise eficiente dos genes do DNA ou dos cromossomos pode ser obtida com apenas uma célula. Os métodos mais comuns de diagnóstico pré-implantação são a PCR (Polymerase Chain Reaction) e a FISH (Fluorescent “In Situ” Hibridization).

O que é CGH dos 24 cromossomos?

CGH (comparative genomic hybridization) ou hibridização genômica comparativa também é um método de diagnóstico genético pré-implantacional.

Biópsia do embrião

A biópsia de um embrião consiste na remoção de um ou dois blastômeros para o diagnóstico genético pré-implantancional.

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