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Obstetrícia

Amamentação

O ato de amamentar é uma ocasião em que o bebê recebe os carinhos da mãe e se constitui no principal vínculo entre a mãe e o bebê. Além disso, o leite materno traz benefícios nutricionais e imunológicos únicos, não encontrados em outros alimentos.

Amamentação e Cuidados com o bebê

A mãe, durante a gestação, deve estar ciente de todos os benefícios que o aleitamento pode trazer para seu filho e, principalmente, deve pensar se quer ou não amamentar, porque a apesar de a amamentação ser desejável, não é uma prática tão fácil como a maioria das pessoas pensa.O aleitamento deve ser agradável, e não uma obrigação para a mãe, porque assim perde-se toda aquela magia do momento. Quando o bebe nasce a mãe fica  num estado muito vulnerável e é muito influenciável, principalmente pelas pessoas mais queridas à sua volta, como avós, tias e amigas, e este é o momento crucial do aleitamento. Por quê? Porque se as pessoas à sua volta criticam a amamentação ou acham que não é importante ou falam que os seios vão ficar flácidos, você com certeza ficará balançada e este é o perigo. Por isso, durante a gestação, você tem que pensar e sentir como é importante amamentar, pois, assim, certamente vai superar todas as dificuldades.

Para que a amamentação seja feita da melhor forma possível, uma das principais medidas é o preparo das mamas.

Preparo das mamas
O preparo das mamas deve ocorrer durante a gestação, sendo orientada pelo seu obstetra. Primeiramente, deve ocorrer uma avaliação dos mamilos, que podem ser protrusos (estes já estão prontos para a amamentação), planos, semi-invertidos ou invertidos. Os três últimos precisam ser preparados para serem protrusos e para que a amamentação ocorra adequadamente.
Durante a gravidez, a futura mamãe deve fazer banhos de sol de 10 a 15 minutos diariamente para fortalecer a aréola e o mamilo, a partir do sétimo mês. Na impossibilidade de fazer o banho de sol, usa-se o banho de luz com lâmpada fraca (40 w) a mais ou menos 30 cm de distância, pelo mesmo período de tempo.
Além do banho de sol, é necessário que a mãe realize exercícios para que os mamilos tornem-se protrusos. Estes exercícios devem ser feito manualmente, com auxílio de seringas para tração ou conchas para seios. Porém, qualquer exercício deve ser orientado por um médico. Também pode ser feita a massagem nos seios com uma toalha após o banho para que a pele fique menos sensível durante a amamentação.
Ainda fazendo parte do preparo das mamas, não se devem usar pomadas, cremes, óleos, sabões ou álcool na região aréolo-mamilar, pois são substâncias que enfraquecem a pele, deixando-a muito delicada.

E quais são os benefícios do aleitamento materno?
• O leite materno possui anticorpos que são produzidos pela mãe, fazendo com que diminua a incidência de infecções nos recém-nascidos amamentados. Assim, os bebês amamentados no peito têm menos infecções que os não amamentados.
• Nunca estará contaminado, porque o contato é direto entre mãe e filho, enquanto que o leite de vaca exige muitos cuidados ao ser dado para que se evitem as contaminações.
• Quando a mãe tem antecedente de alergia, se ela amamenta, diminui a ocorrência de alergia no bebê.
• No leite humano, também são encontradas maiores concentrações de aminoácidos essenciais de alto valor biológico, que auxiliam no crescimento do sistema nervoso central, que inclui o cérebro da criança. Além disso, é rico em ácidos graxos insaturados de cadeia longa, que atuam no desenvolvimento do cérebro. Tudo isso leva a um bebê mais inteligente.
• Mas a amamentação não gera somente benefícios orgânicos. Ela também leva a benefícios emocionais, porque esta é a fase de maior contato entre a mãe e o filho, é a fase em que, além de passar anticorpos, ácidos graxos, cálcio, proteínas, ferro e tudo mais, passa-se confiança, carinho, proteção e muito, muito amor, e isto está ligado a um bom desenvolvimento da criança.
• Não só o bebê tem benefícios com a amamentação, mas também a mãe. Ela perderá menos sangue após o parto, seu peso voltará ao normal mais rapidamente e sabe-se que a amamentação também reduz a incidência de câncer de mama.
Futura mamãe: não são motivos suficientes para amamentar?

Como amamentar?
Para que a mãe consiga amamentar, o ideal em estar em um lugar tranqüilo e em uma posição adequada. O bebê deve abocanhar não só o mamilo, mas também parte da aréola. A criança deve ser colocada de frente para você e com a barriga encostada na sua barriga. Você tem que escolher um local que seja confortável para que se possa amamentar da melhor forma possível.
Ao amamentar, a mãe não pode sentir dor e, se estiver sentindo, é um sinal de que a pega não está correta.
O ideal é que se amamente já nas primeiras horas de vida do recém-nascido. Nos primeiros dias, o "leite" que sai da mama é diferente e é chamado de colostro. Este colostro é fundamental para o recém-nascido, pois ele contém grande quantidade de anticorpos, que protegem o bebê das doenças infecciosas.
É sempre bom oferecer os dois seios durante as mamadas e, quando for dar a próxima mamada, lembrar qual seio você ofereceu por último, pois é este seio que você dará primeiro na próxima mamada. Este cuidado é importantíssimo para evitar infecção nas mamas após o parto, que é conhecida como mastite puerperal. Quando a mulher está amamentando, podem ocorrer pequenas lesões na pele, invisíveis a olho nu (micro-fissuras), por onde podem penetrar bactérias. Se as bactérias encontram leite que fica parado por muito tempo, se proliferam e isto gera a infecção, com dor intensa e quadro inflamatório associado (vermelhidão no local). A mastite necessita, então, ser tratada com antibióticos. Se a mama, por outro lado, é freqüentemente esvaziada, ocorre uma "limpeza" natural pela própria passagem do leite, evitando a infecção.
Não se devem estipular horários para amamentar. O bebê sozinho vai fazendo seus horários (isto é o que chamamos de amamentação por livre demanda). No início, muitos bebês mamam de 2 em 2 horas ou de 3 em 3 horas, mas, com o tempo, estes intervalos vão aumentando. Também não se deve estipular tempo de duração para as mamadas. A mãe vai percebendo, com o tempo, a duração da mamada em cada seio (geralmente, vai de 10 a 15 minutos em cada seio).
O importante da amamentação é não estressar! Se a mãe fica estressada com os horários, tempo de duração, se o bebê mamou os 2 seios ou não, isto influencia negativamente em seu sistema nervoso, podendo até levar a diminuição da produção de leite. Procure ficar tranqüila e fazer da amamentação um momento mágico para você e seu bebê, pois só assim você terá sucesso nesta difícil tarefa que é amamentar.

Até quando amamentar?
A Organização Mundial de Saúde recomenda que a mãe amamente seu filho exclusivamente no seio até os 6 meses e, a partir desta idade, inicia-se a introdução de outros alimentos. Recomenda-se também que, mesmo após a introdução de outros alimentos, a criança mantenha o aleitamento materno até os 2 anos.
Porém, existem várias ressalvas a esta recomendação da OMS, já que, hoje, é complicado falar em aleitamento materno exclusivo até os 6 meses, com tantas mães que trabalham e só têm direito a 4 meses de licença maternidade, isto quando tem este direito (quando a mãe é autônoma, não tem direito a esta licença).
Assim, a duração da amamentação acaba sendo uma questão de bom senso. Nenhum pediatra pode exigir de uma mãe que ela mantenha o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses se ela precisa voltar a trabalhar após 4 meses ou, às vezes, até menos. Por outro lado, existem formas de armazenar o leite para que o aleitamento materno seja mantido mesmo com a mãe trabalhando.
Portanto, a amamentação deve ser algo gostoso, um momento ímpar para a mãe e o filho, e nunca deve ser tratada como uma obrigação para a mãe, devendo sempre existir uma cumplicidade entre mãe e pediatra para que todo o processo só leve a boas lembranças no futuro.

 (Dra. Renata F.F. Gonçalves - pediatra referenciada pela Clínica FGO)

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