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Recém-nascido

Dr. Flávio Garcia de Oliveira
15/01/2013 12h00

O final da gestação vai se aproximando e a insegurança da futura mamãe e do futuro papai vai aumentando, principalmente se forem marinheiros de primeira viagem. Como cuidar de um ser tão pequeno? O que pode, o que não pode? As incertezas são muitas, e normalmente geram insegurança, pois há um enorme receio de fazer algo que possa prejudicar o bebê.

O primeiro passo para criar confiança é entender que todo este receio é normal e ter calma, pois conforme o contato com o bebê vai aumentando, mamãe e papai vão se sentindo mais seguros para lidar com o bebê.

Segurar no colo alguém tão pequenino e flexível requer bastante cuidado, mas rapidamente você vai pegar o jeito. Como a musculatura do pescoço ainda não está completamente desenvolvida é preciso apoiar bem a cabeça e as costas do bebê. A melhor maneira de segurar é encaixando a cabeça dele na dobra do seu cotovelo e as costas no antebraço. Importante: nunca faça movimentos bruscos e tome cuidado para não pressionar demais, ou bater, a parte superior da cabeça da criança, também chamada de moleira, pois os ossos do crânio ainda não estão totalmente formados.

O choro indica que o bebê quer alguma coisa. Os motivos variam: fome, fralda suja, frio, calor, posição desconfortável, incômodo, irritação por barulho ou luz, estresse diante da movimentação de adultos, entre tantos outros. Com o tempo você vai aprendendo o que quer dizer cada choro, mas até lá é preciso ter calma e paciência.

As cólicas são normais e fazem parte do amadurecimento natural do sistema digestivo do pequeno. O melhor remédio é o leite materno, mas você também pode colaborar aquecendo a barriga, aconchegando o bebê e deixando-o na posição fetal para que o desconforto diminua.

O bebê mama, em média, a cada três horas, mas quem decide o intervalo necessário entre as mamadas é ele. Conforme o bebê mama, a produção de leite é estimulada, e se ajusta à necessidade de crescimento dele. Por conta disso, é muito importante que a mamãe dê o peito sempre que o bebê requisitar, pois ele sabe o quanto precisa.

Os bebês prematuros são mais sensíveis e podem precisar de estímulos adicionais para se desenvolver. Dependendo do grau e de eventuais sequelas, um acompanhamento multidisciplinar pode ser importante. Fora isso, os procedimentos são os mesmos: amamentar, dar banho, trocar etc.
Lembre-se que acima de tudo, o amor é a maior lição. A ligação dos pais com o bebê facilita o aprendizado e faz com que a confiança vá sendo estabelecida rapidamente. Mantenha a calma, preste atenção aos sinais e confie na sua intuição. Vai dar tudo certo!

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