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Recém-Mamãe chegou o seu bebê - Um ano cheio de mudanças...

Dr. Flávio Garcia de Oliveira
26/11/2012 11h37

Novos conceitos sobre tempo e sentimentos vão surgir após o nascimento do bebê. Para a maioria dos casais, dividir o tempo em manhã, tarde, noite e madrugada é no mínimo cômico e não faz sentido algum depois da chegada da criança. Mesmo aqueles momentos do café da manhã, almoço ou jantar desaparecem, pois não há hora para se alimentar. Vocês vão se familiarizar com outros tipos de horários, como as horas de trocar a fralda, dar banho, amamentar, tomar um banho rápido, comer alguma coisa (em geral a recém-mamãe nem vê o que come), trocar novamente o bebê, deixá-lo arrotar, colocá-lo para dormir, amamentá-lo novamente, dar-lhe outro banho para relaxar, ir rápido ao banheiro, olhar-se no espelho (“Oh! Os meus cabelos!!! Preciso fazer um penteado!!!”), carregar o bebê pela sala e pelo quarto e amamentá-lo outra vez pois ainda está irritadiço e com fome e não pára de chorar. Mais parece que essas tarefas nunca chegam ao fim, e na verdade são ações da sua nova divisão do tempo. Surge um novo conceito de tempo e você deve aprender a dividi-lo.

Outro conceito que muda é o de cansaço físico e mental. Muitas mães não imaginam o que é esse cansaço até experimentarem a exaustiva tarefa de se concentrar em fazer tudo certo e dentro do tempo disponível de um dia, quando estão cuidando de um bebê ao mesmo tempo em que fortes emoções como amor e ódio, alegria e tristeza, esperança e medo saltam do mais íntimo de seu ser. A presença desse caldeirão fervescente de emoções não é uma questão só de dormir um pouco mais ou um pouco menos ou de tentar completar todas as tarefas em 24 horas (e o tempo parece que encolhe). A intensa sensação de se tornar mãe e de estar cuidando de um bebê, um ser tão desprotegido e dependente, é por si só uma grande exigência emocional para a recém-mamãe.

Também o conceito de cuidados e preocupações com o futuro muda bastante para o casal. Com o nascimento, papai e mamãe se tornam mais cuidadosos e temerários em relação ao meio ambiente que os cerca e em relação ao futuro. Eu poderia citar alguns exemplos de pais que não correm mais com seus carros, ou que pararam de fumar para não poluir o ar de seus filhos. As mães assistem às catástrofes pela TV e choram pelo sofrimento de outras crianças e de outras mães. Assim se manifestam as emoções do pós-parto (à flor da pele). É uma panela de pressão no fogo alto e trepidando, pronta para explodir. O curioso é que essas emoções podem se espalhar pela família e todos os envolvidos podem se tornar sensíveis.

Por outro lado, se algumas vezes você se sentir totalmente desqualificada para ser mãe por causa da perda do controle emocional em face de um novo dia de tarefas e trabalhos que parecem nunca terminar, “maravilhe-se em vez de se desesperar”, porque afinal de contas você nunca havia tido um bebê e também não é a única pessoa nessa situação. Mães geralmente amam seus filhos, mas sentem ansiedade, raiva, e precisam escapar deles para alguns momentos de sossego e aconchego no colo do papai.
Essas emoções maternas são com frequência desgastantes, e muitas vezes contaminam o marido e os mais próximos, mas serão vencidas pouco a pouco. Entretanto, se elas se tornarem um estorvo na sua vida, persistindo por meses após o parto, será necessária a ajuda de um profissional. Com frequência tudo se acerta com pouco tempo de ajuda de um psicólogo ou do próprio médico.

Na verdade você não deve se sentir culpada por não saber lidar com essa fase da vida; o mais importante é saber que esse aprendizado vai se completar no seu dia-a-dia. Ao se sentir desamparada é muito importante procurar ajuda. Amigos, parentes, pais que passaram pela mesma experiência são imprescindíveis nesses momentos eles podem prestar ajuda e fornecer orientação fundamental.

Acredite, seu filho será sua maior recompensa!

Saiba mais sobre o tema no livro: "E DEPOIS DO PARTO - Cuidados com o Corpo a Mente e a Vida Sexual"

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