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Quando
a infertilidade ocorre por causa do fator ovariano, as principais causas
são: a falta de ovulação (anovulação crônica), onde a Síndrome dos Ovários
Policísticos (SOMP) é o exemplo mais comum; e a menopausa precoce, também
denominada de falência ovariana precoce (FOP).
Após a ovulação, os ovários começam a produzir grande quantidade de
progesterona. Quando o ciclo é normal, ou seja, quando houve ovulação, o
nível deste hormônio chega ao pico sete dias depois.
Seu médico pode querer medir o nível sérico de progesterona nesse período
fazendo um exame de sangue, geralmente entre o 19º e o 23º dia do ciclo de
28 dias. Isto seria uma forma de saber se você está ovulando.
Se não estiver ovulando, a mulher pode receber medicamentos que estimulam a
ovulação. Cerca de 80% das mulheres que tomam essas substâncias começam a
ovular regularmente, e se não houver outro fator envolvido, cerca de metade
fica grávida depois da terceira indução. Se os medicamentos orais falharem,
podem ser prescritas injeções mais potentes.
Se a quantidade de progesterona produzida pelo ovário for insuficiente e não
estiver agindo sobre o endométrio, há um problema chamado de defeito na fase
lútea, que pode ser tratado com administração de progesterona via oral ou
via vaginal ou indutores de ovulação.
| Uma maneira eficaz de acompanhar
a ovulação é através de exames seriados de ultra-sonografia
transvaginal. Assim, você vai seguir, durante o ciclo, o
desenvolvimento do folículo (uma pequena bolha d’água situada no
ovário, que contém o óvulo). O exame de ultra-som pode fazer uma
previsão, com antecedência de 36 horas, do momento oportuno da
ruptura dos folículos e liberação do óvulo para ser fertilizado na
tuba. |
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