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Ginecologia

Climatério e Menopausa

Climatério é uma fase da vida da mulher caracterizada por redução gradual da produção hormonal dos ovários, correspondendo à transição da fase reprodutiva para a não reprodutiva. Isto decorre do esgotamento dos folículos ovarianos, que contém os óvulos. A menopausa é tão somente a última menstruação da vida da mulher, ocorrendo, geralmente, ao redor dos 49-51 anos de idade, sendo considerada precoce quando ocorre antes dos 40 anos.

O estrogênio é um dos hormônios produzidos pelo ovário ao longo da vida reprodutiva, sendo responsável pela feminilidade. Este hormônio protege a mulher contra as doenças cardiovasculares como o infarto do miocárdio. Também dificulta a perda de cálcio dos ossos e quando essa perda é grande ocorre o desenvolvimento da osteoporose, que pode ter como conseqüências as fraturas ósseas.

Com a deficiência deste hormônio que ocorre no climatério, particularmente após a menopausa, passa a haver um risco aumentado para a mulher desenvolver a doença cardiovascular e a osteoporose. Nos primeiros 5 anos após a menopausa a mulher pode perder de 1% a 4% ao ano de massa óssea, ou seja, nesses primeiros 5 anos, sua perda pode chegar a 20% de toda a massa óssea acumulada ao longo de sua vida. Deve-se salientar que todas essas conseqüências são silenciosas e que se manifestam tardiamente.

Os sintomas e sinais típicos do climatério ocorrem em cerca de 75% a 80% das mulheres. Mais comumente se observam as ondas de calor, ou fogachos, sudorese aumentada, nervosismo, depressão, labilidade emocional, insônia, tonturas e vertigens, cansaço, desânimo, dores musculares e articulares, pele seca, unhas e cabelos quebradiços, secura vaginal, dor no relacionamento sexual, diminuição da libido e outros.

O melhor tratamento disponível para o climatério atualmente é a terapêutica de reposição hormonal (TRH) desde que não haja contra-indicação, ou seja, administram-se os hormônios que o organismo não produz mais de forma adequada. Esse tratamento previne a ocorrência das conseqüências silenciosas da deficiência hormonal como a doença cardiovascular, a osteoporose e ainda diminui o risco de ocorrência do Mal de Alzheimer, conforme demonstram numerosas pesquisas. A TRH também produz alívio dos sinais e sintomas típicos desta fase. Deve-se salientar que a TRH é realizada com o estrogênio natural, ou seja, semelhante ao que o ovário produzia antes, não se devendo utilizar para este fim, o hormônio da pílula anticoncepcional, que é sintético e não é produzido pelo ovário em nenhum momento da vida feminina, não sendo adequado para o tratamento da menopausa.

Uma grande preocupação das mulheres com relação à TRH é quanto ao risco de surgimento de câncer. De uma forma geral, o câncer de colo do útero, bem como o de ovário não recebem influência da reposição hormonal. A mulher que tem útero, ou seja, que não foi submetida a uma retirada cirúrgica do órgão por algum motivo, ao fazer a reposição do estrogênio deve receber também doses adequadas de um segundo hormônio, da classe da progesterona (progestagênio), pois assim diminui o risco de desenvolver o câncer de endométrio, que é uma das camadas do útero. Asim, a chance de apresentar este tipo de câncer no futuro, pode ser até menor do que a de quem não faz a reposição hormonal, desde que a TRH seja realizada adequadamente. Quanto ao câncer de mama, hoje se considera que o uso da TRH por até 10 anos não aumenta o risco para este tipo de câncer de forma significativa e para usos mais prolongados pode haver um aumento discreto desse risco, no entanto, os benefícios trazidos pela TRH, de uma forma geral, compensam os riscos. Deve-se ainda salientar que a mulher menopausada que faz uso da TRH vive por mais tempo e com mais qualidade de vida, segundo vários estudos científicos, e o próprio aumento da longevidade pode favorecer a uma maior detecção do câncer de mama. Além disso, quem faz TRH, visita seu médico regularmente e faz exames preventivos com periodicidade, particularmente a mamografia e, assim, caso surja um câncer mamário, o diagnóstico será precoce e as chances de cura serão muito elevadas.

Atualmente, caso haja contra-indicação ou falta de desejo de utilizar a TRH, há outras opções terapêuticas que substituem os hormônios em alguns aspectos, embora a reposição hormonal continue sendo considerada a melhor terapêutica na menopausa. Mas, atenção, TRH é coisa séria e deve ser personalizada para cada mulher, não havendo uma receita pronta que sirva para todas. Somente um médico que conheça bem o assunto pode definir se determinada mulher pode receber a reposição hormonal e quais tipos e doses mais adequados. NÃO FAÇA USO DA TRH SEM ACOMPANHAMENTO MÉDICO!!!

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