site    posts   comentários
                         

Home   |   A Clínica   |   FIV Passo a Passo   |   Guia da Gestante   |   Blog   |   E-news Fertilidade   |  Contato

Blog da Fertilidade - Comente nossos posts, conte a sua história.


  Equipe Clínica FGO  |  05/01/2012  às 11h30
* Clinica FGO

Mães x verão x crianças - orientação geral
Dr. Flávio Adolfo Costa Vaz - Professor de Pediatria - Faculdade de Medicina U.S.P.
 

Verão é tudo de bom tanto para nós adultos como e principalmente, para as crianças.

PRIMEIRO CUIDADO
Não descuidar de hidratar as crianças: água, água de côco (direto do próprio), suco de laranja e de outras frutas;

SEGUNDO
Primar por uma dieta menos gordurosa (poupar frituras, produtos industrializados que contenham muito sal, espessantes, conservantes, etc ), cereais ,legumes e tubérculos cozidos e não refogados, verduras frescas (e bem lavadas);

TERCEIRO
Seguir os horários habituais da Casa ,evitando oferecer “petiscos” fora deles; guloseimas limitadas quanto à quantidade, ao horário(longe das principais refeições) e à procedência.

QUARTO
Verificar cuidadosamente o momento de oferecer guloseimas; p.ex. não fazê-lo no pico da temperatura do dia: salgadinho ao meio-dia na praia, chocolate de procedência ignorada nesse mesmo horário, etc.

QUINTO
Outro ponto importante protetor solar. Use-o para as crianças particularmente depois de um ano de idade, com a frequência que a entrada na água permitir; não deixe penetrar nos olhos; se isto ocorrer, lave-os com água limpa. O fator de Proteção deverá ser tanto maior quanto mais clara for a pele da criança. A melhor exposição ao sol, deverá ocorrer no período de até 10 horas(horário normal); nas crianças muito jovens (menos de um ano, p.ex.)não expo –las além das 9 horas.

OUTROS PONTOS IMPORTANTES
Cuidado com a lâmina da água (mar ou piscina): o raio solar atinge a lâmina e reflete atingindo as pessoas mesmo aquelas protegidas no guarda-sol, tendas abertas, etc.

Use de preferência roupas de algodão ou derivados, trocando-as com frequência.

Banhos de água de torneira (não vale piscina ou mar) devem ser dados também com frequência.

Passeios e viagens: importante para a criançada; sempre preferir o período matutino e de curta duração. Poderá repeti-los deixando sempre um intervalo para descanso da família!

 comentar (0)    enviar para um amigo      imprimir     permalink          O que é RSS ?

Recomende este conteúdo para mídias sociais:
Brasil e Portugal:  
Mundo:            

  Equipe Clínica FGO  |  12/12/2011  às 15:18
* Clinica FGO

Suplementação de Vitaminas e Minerais Durante a Gestação
Dra. Angélica da Costa Matte - Nutricionista da Clínica FGO
 

A durante a gestação ocorre uma série de transformações no organismo da mãe e do feto. Assim como o consumo de carboidratos, proteínas e gorduras as necessidades de vitaminas e minerais também estão aumentadas tanto na gestação quanto na lactação. É imprescindível o consumo diário de frutas, verduras e cereais, apesar do uso de suplementos vitamínicos.

Vitamina C:
A necessidade de vitamina C aumenta 13% durante a gravidez, participa na primeira linha de defesa do organismo, também denominada vitamina antioxidante. O adequado aporte desta vitamina durante a gestação está também relacionado com a prevenção de ruptura prematura de membrana.
Principais alimentos com vitaminas C: frutas cítricas: Abacaxi, kiwi, limão, laranja, frutas silvestres, melão, goiaba.

Vitamina A:
A vitamina A participa de uma série de funções biológicas no organismo humano. Está envolvida no processo de crescimento e desenvolvimento e na eficiência do sistema imune e processo de visão. A deficiência desta vitamina está associada à ruptura prematura de membrana e eclampsia.
As necessidades de vitamina A durante a gravidez passam de 700mg/dia para 770mg/dia. O feto começa a acumular esta vitamina durante o terceiro trimestre de gestação.
Principais alimentos fonte de vitamina A: hortaliças alaranjadas (como cenoura, abóbora, manga, mamão, entre outras) fígado, gema de ovo, leite integral e derivados.

Folato:
A necessidade de folato se eleva em 50% durante a gestação, ou seja, a necessidade nesta fase é de 600μg. O folato é uma vitamina hidrossolúvel que atua no núcleo celular (DNA), e está relacionado a formação do bebê. O excesso ingerido é excretado não ficando armazenado no organismo. A ingestão entre a 4ª e 9ª semana de gestação, ou mesmo antes da gestação, pode prevenir malformações abertas do sistema nervoso central (como por exemplo da espinha bífida). As baixas concentrações de folato na dieta e na corrente sangüínea estão associadas ao aumento de risco de partos prematuros, baixo peso ao nascer e retardo de crescimento.
Os alimentos que contém ácido fólico são vegetais verdes escuros, cereais, leguminosas, ovo e leite.

Ferro:
O ferro tem um papel fundamental na homeostase orgânica, pois, participa no transporte de oxigênio, produção de energia e crescimento celular.
Sua deficiência pode causar anemia ferropriva. As necessidades de ferro aumentam durante a gestação. A absorção de ferro que é baixa no 1º trimestre aumenta progressivamente chegando a triplicar por volta da 36º semana de gestação.
Anemia ferropriva que está associada à maior risco de mortalidade materna, menor resistência aos sangramentos do parto e puerpério, parto prematuro e baixo peso ao nascer.
Principais alimentos fonte de Ferro: Carne vermelha, aves, damasco, quinoa, ervilha, grãos em geral, figo, frutos do mar, lentilha e, tofu, folhas verde escuro e peixes gordurosos.

Zinco:
O zinco tem importante função no crescimento e desenvolvimento fetal. Sua necessidade durante a gestação tem um aumento de 38% nas necessidades diárias.
Principais alimentos fonte de zinco: Aves, carne vermelha, feijão, frutos do mar, grãos, laticínios, tofu, nozes e castanha, germe de trigo e cereais integrais

Selênio:
A necessidade diária de selênio durante a gestação passa de 55mcg para 60mcg/dia. O selênio é um antioxidante que está envolvido na regulação do uso celular de glicose e com a diminuição de resistência à insulina. Principais alimentos fonte selênio: Aves, carne vermelha, grãos integrais, nozes e castanha, sementes, peru e cogumelos.

Cálcio:
Importante na garantia da formação de estrutura óssea e dentária do bebe. A deficiência do consumo deste mineral durante a gestação e especialmente no período de amamentação pode levar a retirada do cálcio dos ossos da mãe para suprir as necessidades de formação do feto e para a produção de leite. Se o bebê diminuir as reservas de cálcio da mãe, ela pode ter futuramente osteoporose, perdas de dentes e cáries.
As necessidades deste mineral correspondem a três a quatro porções de derivados de leite ao dia.
Principais alimentos fonte de Cálcio: laticínios, salmão ou sardinha, brócolis e tofu,

Na impossibilidade de suprir as necessidades diárias de vitaminas e minerais podemos lançar mão de “alimentos enriquecidos ou fortificados”.
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o alimento enriquecido ou fortificado é todo aquele ao qual for adicionado um nutriente com a finalidade de reforçar seu valor nutricional, seja repondo quantitativamente os nutrientes destruídos durante o processamento do alimento, seja suplementando-os com nutrientes em nível superior ao seu conteúdo normal.
Existem disponíveis alimentos fortificados com cálcio, ferro, vitamina A, Vitamina E que podem ser adquiridos no mercado.
 

 comentar (0)    enviar para um amigo      imprimir     permalink          O que é RSS ?

Recomende este conteúdo para mídias sociais:
Brasil e Portugal:  
Mundo:            

  Equipe Clínica FGO  |  05/12/2011  às 16h03
* Clinica FGO

Dor Mamária, Mastalgia, Mastodínea: Por que ocorre?
Dr. Marcos Desidério Ricci-Oncologista e Mastologista da Clínica FGO
 

Dor mamária, ou mastalgia é a queixa mais freqüente referida ao médico ginecologista ou mastologista. O primeiro questionamento a ser esclarecido, é tranqüilizar a paciente, uma vez que tal sintoma não se relaciona de forma alguma com o câncer de mama. As melhores evidências científicas não associaram, até o momento, a dor mamária com maior predisposição ou risco para câncer de mama. A literatura médica reporta a ocorrência de dor mamária em 30 a 45% das mulheres, podendo ser crônica, recorrente, ou acometer a mulher por um curto período da vida.
Como cerca de uma a cada três mulheres padece de dor mamária, a chance de uma destas ter câncer de mama durante a vida e também uma história pregressa ou atual de mastalgia é grande, mas sem relação de causa e efeito. Outros mitos constantemente vinculados em correntes de e-mails são a associação do câncer de mama com o hábito em usar desodorante nas axilas, ou sutiã com sustentação metálica.
A mastalgia ocorre mais comumente em mulheres jovens, embora possa se manifestar em qualquer período durante a vida.
A mastalgia pode ser cíclica ou acíclica, de acordo com seu aparecimento ou não em alguns dias durante o mês, nas mulheres pré-menopausadas que menstruam.
Dentre as pacientes com dor mamária, a mastalgia cíclica ocorre em torno de 65% dos casos. O período de tempo que esta fica mensalmente exposta à dor é longo, especialmente quando a dor tem início antes dos 20 anos de idade. A resolução desta dor neste grupo ocorre expontaneamente, mas é comumente relacionada com algum evento hormonal, como o início do uso de método contraceptivo hormonal, gravidez ou menopausa. A mastalgia cíclica de leve intensidade é associada com aumento do volume e desconforto das mamas.

O papel da progesterona, estradiol e prolactina na etiologia da mastalgia cíclica têm sido extensivamente estudados. A ação destes hormônios é ambígua, podendo sugerir uma resposta endócrina ao stress da dor. Quando se dosa os níveis no sangue destes hormônios, os valores são normais, mesmo nas pacientes com queixa importante de mastalgia. De tal forma, é possível que, havendo relação com um problema hormonal, este deve se relacionar com modificação da sensibilidade dos receptores de estrôgeno e progesterona na glandula mamária.
As pacientes com mastalgia cílica e acíclica apresentam proporções distintas de ésteres de ácidos graxos quando comparadas a mulheres sem queixa mamária. As portadoras de mastalgia cíclica apresentam uma elevação das concentrações plasmáticas dos ésteres dos ácidos graxos saturados palmítico e esteárico e uma redução dos ésteres dos ácidos graxos essenciais poliinsaturados enoléico, gamalinolênico e aracdônico. Estes últimos são componentes importantes da membrana celular, onde residem os receptores hormonais que têm uma fração lipídica. O comportamento do receptor pode ser significativamente alterado de acordo com a relação entre os ácidos graxos essenciais e os saturados. Como regra geral, o aumento dos ácidos graxos saturados, ou gorduras saturadas, causaria uma afinidade maior dos hormônios, particularmente estrógeno e progesterona, aos seus respectivos receptores na glândula mamária. Se as pacientes com mastalgia apresentarem um acréscimo na proporção de ácidos graxos, ou gorduras saturadas, é bem possível que a resposta das mamas a níveis normais de hormônios circulantes seja intensa. É provável que os fatores que alteram as proporções entre ácidos graxos plasmáticos poderão ser úteis no tratamento da dor mamária. A prescrição via oral de ácidos graxos insaturados, basicamente aqueles incorporados ao óleo de prímula podem atenuar a mastalgia numa população selecionada de mulheres.
Ao lado da pouca consistência, ou dificuldade de incluir o fator endócrino como etiologia da mastalgia, alguns investigadores têm vinculado que este sintoma é uma manifestação de doenças psicológicas ou psiquiátricas. O número de pacientes incluídas nestas avaliações ainda é pequeno, embora cerca de 45 a 84% destas mulheres apresentam distúrbios como ansiedade, depressão com somatização, e menos frequentemente os distúrbios do pânico. Após o tratamento psiquiátrico específicos, cerca de 60% destes pacientes melhoram o quadro de mastalgia. Alguns autores, entretanto, relacionam a uma diminuição da sensibilidade da dolorosa aos antidepressivos e modularores do humor, que a melhora do quadro de psiquiátrico.
 

 comentar (0)    enviar para um amigo      imprimir     permalink          O que é RSS ?

Recomende este conteúdo para mídias sociais:
Brasil e Portugal:  
Mundo:            
   posts anteriores

posts mais recentes  

Home   |   A Clínica   |   FIV Passo a Passo   |   Guia da Gestante   |   Blog   |   E-news Fertilidade   |  Contato

 
 Clínica de Ginecologia e Obstetrícia FGO - Dr. Flávio Garcia de Oliveira 
Edifício "Liberty Offices" Rua Caçapava, 49 • 12º andar, cj. 121/123 •  CEP: 01408-010 •  Jardim Paulista •  São Paulo,SP •  Brasil
Fone/Fax: +55 (11) 3085-1883 / 3085-2658
 
Copyright © 2011  www.clinicafgo.com.br   -  política de privacidade   missão / visão / valores   
powered by iBUSCAS ]

O que são feeds?
O termo "feeds" vem do verbo em inglês "alimentar". Com um tipo de programa conhecido como "feeds reader" ou agregador você recebe as atualizações de conteúdo de sites escolhidos sem ter que visitá-los.

O que é RSS?
O formato RSS 2.0 significa "Really Simple Syndication", é um padrão de arquivo XML que contém dados agrupados por "tags" específicas. É amplamente utilizado pela comunidade dos blogse sites de notícias para compartilhar as suas últimas novidades.